CF SOUZA MARQUES

Praça do Patriarca, s/n - Madureira - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 21310-440 | ☎ Telefone: (21) 3350-5563
Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 20h
Gerente: Roberto Rangel | CNES 5417708 - ESF: 10 | ESB: 03

COMO CHEGAR FALE CONOSCO

Serviços e Metas

Acolhimento

Orientações sobre o nosso atendimento.

Saiba Mais

Nossas Metas

Ações em prol de assegurar a saúde com qualidade.

Saiba Mais

Multimídia

Acesso ao conteúdo audiovisual da unidade.

Saiba Mais

Nossa Equipe

Nossos profissionais e território de atuação

Saiba Mais

Postagens Recentes

Mostrando postagens com marcador Grupo de Diabetes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grupo de Diabetes. Mostrar todas as postagens

15 de dez. de 2013

Grupo de diabetes encerra seu expediente em 2013

     O Grupo de Diabetes da Clínica da Familia Souza Marques foi criado com o objetivo de orientar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes portadores de “Diabetes Mellitus” e dependentes de insulina para tratamento. O grupo realiza um trabalho de incentivo à prática de atividade física e adesão à alimentação balanceada a fim de obter melhor resposta ao tratamento. Criado por iniciativa da Técnica de Enfermagem Beatriz, o grupo se reúne mensalmente. Espaço onde são ministradas várias palestras por diversos profissionais, como: dentistas, nutricionistas e enfermeiros. 


A Próxima reunião do Grupo de Diabetes está agendada para o dia 17 de Dezembro a partir das 14:00
 

28 de nov. de 2013

Auto Medicação no Grupo de Diabetes

     Quem nunca tomou um remédio sem prescrição após uma dor de cabeça ou febre? Ou pediu opinião a um amigo sobre qual medicamento ingerir em determinadas ocasiões? A automedicação, muitas vezes vista como uma solução para o alívio imediato de alguns sintomas, pode trazer consequências mais graves do que se imagina.
       Os medicamentos são comprados, por indicações de amigos, matérias de jornais, revista, Internet ou indicação do balconista. O culto à beleza impulsionou as vendas de medicamentos para emagrecer e vitaminas. A onda das psicoses, fez a classe média consumir antidepressivos sem recomendação médica. Antitérmicos, antiinflamatórios e analgésicos são os medicamentos mais utilizados, sem qualquer tipo de orientação.
    Tendo em vista os problemas decorrentes da automedicação e principalmente quando esta é feita com uso de antibióticos (o que pode aumentar a resistência do microrganismo e transforma-los em uma bactéria multirresistente), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em outubro de 2010, modificou algumas regras para a venda de antibióticos, que a partir de então passaram a ser vendidos em farmácias e drogarias apenas com retenção de receita médica.
   Pensando nisso, a Clinica da Família Souza Marques organizou, essa semana uma série de palestras e salas de espera com o Farmacêutico Flávio para que ele explicasse aos pacientes os perigos dessa prática. Veja como foi a de hoje, dia 28 de novembro, voltada para o grupo de Diabetes
 
   Clínica da Família Souza Marques – A unidade realiza atendimentos em clínica médica, pré-natal, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança, coleta de exame colpocitológico oncótico, exames de testagem rápida em HIV, sífilis, gravidez, dengue e ECG.
   Oferece também atendimento odontológico: pré-natal odontológico, programa cárie zero, diagnóstico de câncer bucal, procedimentos curativos e preventivos. Grupos de hiperdia, gestantes, crianças, planejamento familiar, idosos e adolescentes.
   A Clínica funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h, com uma equipe composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, dentistas, técnicos e Auxiliares de Saúde Bucal e técnicos administrativos.




Clique aqui para ver mais fotos.


18 de nov. de 2013

Exposição Novembro Azul

   Hoje, 18/11, os jovens do Projeto "Pro jovem Adolescente" da Vila Olímpica do Campinho, receberam a visita do Grupo de Adolescentes da Souza Marques. Mais do que uma simples visita, foi dada a continuidade na parceria longa e duradoura.
  A Equipe de saúde, composta pelos Agentes Raphael Silva, Valéria, Roselane, Raquel e Carla a respeito de duvidas e assuntos voltados aos jovens.
  Foi lançado, na ultima reunião, o desafio também com os jovens para que eles fizessem uma exposição sobre a saúde do homem nas caixas para serem expostas e servir também como decoração para unidade.
  Essa semana, eles colocaram em prática mais uma atividade e terminaram de afzer mais uma caixa expositora, que estará a mostra na nossa unidade no dia D.
   Os participantes da roda de conversas ficaram animados com o mar de informações que foram propostos. Aguardando o próximo contato

Segue abaixo fotos dessa exposição:


Clíque aqui para ver mais fotos.


11 de nov. de 2013

Grupo de Diabetes e o Novembro Azul

     O Grupo de Diabetes da Clínica da Familia Souza Marques foi criado com o objetivo de orientar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes portadores de “Diabetes Mellitus” e dependentes de insulina para tratamento. O grupo realiza um trabalho de incentivo à prática de atividade física e adesão à alimentação balanceada a fim de obter melhor resposta ao tratamento. Criado por iniciativa da Técnica de Enfermagem Beatriz, o grupo se reúne mensalmente com o apoio da Enfermeira Marina. Espaço onde são ministradas várias palestras por diversos profissionais, como: dentistas, nutricionistas e enfermeiros. 


A Próxima reunião do Grupo está agendada para o dia 14 de Novembro a partir das 14:00

9 de out. de 2013

Grupo de Diabetes

   Foi realizado no dia 08/10 mais um Grupo do Diabetes da Clínica da Família Souza Marques. O grupo é uma iniciativa da equipe Padre Manso, comandado pela técnica de enfermagem Beatriz, porém recebe cadastrados de todas as equipes.
    Nessa data, foram realizados esclarecimentos sobre o diabetes, sobre alimentação e cuidado com o pé diabético. Foi realizado também o teste glicêmico. Além disso, os participantes aprenderam uma deliciosa receita que pode ser consumida pelos diabéticos: Pizza Integral. A tarde terminou com uma excelente confraternização entre os participantes e muita pizza!
    Clínica da Família Souza Marques – A unidade realiza atendimentos em clínica médica, pré-natal, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança, coleta de exame colpocitológico oncótico, exames de testagem rápida em HIV, sífilis, gravidez, dengue e ECG. Oferece também atendimento odontológico: pré-natal odontológico, programa cárie zero, diagnóstico de câncer bucal, procedimentos curativos e preventivos. Grupos de hiperdia, gestantes, crianças, planejamento familiar, idosos e adolescentes.
    A clínica funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h, com uma equipe composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, dentistas, técnicos e Auxiliares de Saúde Bucal e técnicos administrativos.

Clique aqui para ver mais fotos.


22 de set. de 2013

Grupo de Diabetes tem data marcada

     O Grupo de Diabetes da Clínica da Familia SouzaMarques foi criado com o objetivo de orientar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes portadores de “Diabetes Mellitus” e dependentes de insulina para tratamento. O grupo realiza um trabalho de incentivo à prática de atividade física e adesão à alimentação balanceada a fim de obter melhor resposta ao tratamento.   Criado por iniciativa da Técnica de Enfermagem Beatriz, o grupo se reúne mensalmente. Espaço onde são ministradas várias palestras por diversos profissionais, como: dentistas, nutricionistas e enfermeiros. 


A Próxima reunião do Grupo está agendada para o dia 24 de Setembro a partir das 14:00

12 de jul. de 2013

Câncer relacionado a Diabetes tipo 2

   O diabetes tipo 2 pode estar associado ao risco de certos tipos de câncer, segundo estudos suecos. Esse estudo incluiu mais de 125 mil participantes suecos que haviam sido hospitalizadas devido a problemas associados ao diabetes tipo 2. Os epidemiologistas compararam a incidência de câncer nesses pacientes com o da população geral na Suécia.
    A escala do estudo também permitiu, pela primeira vez, quantificar as correlações entre o diabetes e alguns tipos menos comuns de câncer. Os pesquisadores descobriram que pessoas com diabetes tipo 2 têm um risco aumentado para o desenvolvimento de 24 tipos de câncer.
    O mais importante foi a elevação do risco para câncer de células do pâncreas e do fígado. A taxa desses tumores em pessoas com diabetes tipo 2 é elevada em 6% e 4,25% respectivamente, em comparação com a população sem o diabetes. Os epidemiologistas também descobriram que o risco de câncer do rim, tireoide, esôfago, intestino e sistema nervoso dobra para pacientes com a doença.
   Além disso, o estudo também confirma que pessoas com diabetes tipo 2 têm uma taxa significativamente menor de câncer de próstata. Isso ficou mais evidente em pacientes diabéticos com histórico familiar da doença. Quanto mais membros da família são afetados pelo diabetes, menor é o risco de câncer de próstata.
    De acordo com os pesquisadores, nos países industrializados, 22% da população tem risco de desenvolver diabetes tipo 2. Assim, essa doença metabólica figura entre os maiores desafios para o sistema público de saúde. O diabetes tipo 2 se caracteriza pela resistência à insulina nos tecidos do organismo, o que significa que as células das pessoas afetadas não absorvem a glicose do sangue após receberem um sinal da insulina.



                  

10 de jul. de 2013

Acompanhamento oftalmológico é essencial no tratamento da diabetes

O Center for Disease Control (CDC) dos Estados Unidos publicou, no final de junho, a atualização dos dados epidemiológicos sobre o diabetes naquele país. Vinte e quatro milhões de americanos tem diagnóstico de diabetes, ou 8% da população. Outros 54 milhões têm pré-diabetes, somando pouco mais de ¼ das pessoas que vivem nos Estados Unidos, apresentando problemas no metabolismo glicêmico. Em relação aos dados anteriores, de 2005, houve um aumento de 4 milhões de casos, com a prevalência da doença passando de 7% para 8% da população. De acordo com os dados do relatório do CDC, o diabetes é a principal causa de cegueira adquirida, assim como de insuficiência renal terminal, sendo que 44% dos novos casos de diálise nos EUA se devem a nefropatia diabética. Mais de 60% das amputações não traumáticas que ocorrem nos Estados Unidos são em pessoas com diabetes. Por outro lado, o mesmo relatório aponta que a percentagem de pessoas que desconhecem o diagnóstico caiu de 30 para 25% do total de pacientes diabéticos, sinalizando que as campanhas preventivas e o interesse crescente da imprensa pelo diabetes está aumentando a conscientização dos pacientes naquele país.
    No Brasil, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), lançou no ano passado um filme institucional - Diabetes, seja o primeiro a saber - , onde a entidade alerta que existem 6 milhões de diabéticos no Brasil, mas apenas metade deles sabe que tem a doença. É muito importante que medidas preventivas e campanhas informativas sejam disseminadas no Brasil também, para que o diagnóstico precoce do diabetes possa ser feito. Tão logo o diabético saiba de sua condição, ele pode começar o tratamento, visando manter o controle glicêmico, prevenindo, assim, várias co-morbidades. A importância do diagnóstico precoce é justificada, pois o diabetes provoca uma série de condições no organismo e no aparelho visual que afetam diretamente a saúde ocular e predispõe o portador a complicações na córnea, à catarata e ao glaucoma. Além disso, provoca a retinopatia diabética, a maior causa de cegueira permanente em indivíduos economicamente ativos. É importante destacar que a perda visual provocada pelo diabetes freqüentemente é um sintoma tardio da doença. É importante que o paciente diabético saiba que, mesmo apresentando uma boa acuidade visual, ele necessita de acompanhamento e tratamento oftalmológicos. 

   Cuidados especiais que devem ser observados pelos pacientes diabéticos: 
    1) O acompanhamento oftalmológico do paciente portador de diabetes é recomendado devido à fragilidade de sua córnea. As células do epitélio corneano do diabético não têm a aderência que se encontra na maioria dos não-diabéticos. Estes pacientes, durante as cirurgias de vitrectomia tendem a perder o epitélio com maior facilidade e freqüentemente tem a cicatrização e o repovoamento das células da córnea mais demorados. Essa fragilidade é a porta de entrada para uma série de infecções oportunistas no segmento anterior, como blefarites e úlceras; 
  2) Embora não existam restrições quanto ao uso de lentes de contato, o paciente diabético exige atenção redobrada e cuidados maiores do que os não-portadores. Muitos pacientes diabéticos não usam lentes de contato, não pela fragilidade corneana, mas pelo estado do olho em si, em alguns casos, muito comprometido devido à doença; 
  3) A catarata também é mais prevalente na população diabética devido ao sorbitol - poliálcool resultante do metabolismo do açúcar - que se acumula no cristalino, altamente hidrofílico. Em situações de hiperglicemia, o cristalino absorve água, o que provoca miopia no paciente. À medida em que a glicemia retorna aos seus níveis normais, o cristalino se desidrata e volta ao seu tamanho original. A repetição dessa situação altera as fibras da estrutura do cristalino, provocando sua opacificação. Isso explica a maior predisposição dos diabéticos a sofrer de catarata mais cedo e com mais freqüência, se comparados à população que não sofre da doença; 
  4) Esse mecanismo de hidratação/desidratação é provocado principalmente pela falta de controle da glicemia, que também pode afetar exames de refração, acusando miopia inexistente ou maior do que a presente em situações de glicemia normal. É fundamental que o oftalmologista tenha informações precisas sobre a glicemia do paciente ao recomendar o uso de lentes corretivas para não prescrever óculos desnecessariamente;
  5) O diabetes também é um fator de risco para o surgimento do glaucoma, embora os mecanismos fisiopatogênicos não estejam tão claramente desenhados como no caso da catarata. A alteração química causada no organismo pela doença provoca a degeneração de vários tecidos, o que acaba afetando o trabeculado e, conseqüentemente, o escoamento do humor aquoso. Isso aumenta a pressão intra-ocular e provoca o glaucoma secundário a essa degeneração; 
  6) O diabetes também afeta a circulação sangüínea na cabeça do nervo óptico, o que acaba contribuindo para a sua degeneração. Com as alterações químicas provocadas pelo diabetes, as paredes dos vasos sangüíneos tornam-se gradativamente mais fracas, propiciando vazamentos e hemorragias. O aparecimento da retinopatia diabética está relacionado às alterações na microcirculação retiniana. 
   O processo envolve o aparecimento de microaneurismas, dilatações capilares, isquemia, vazamento de plasma, oclusão capilar e, se não houver tratamento e controle, a neovascularização, que caracteriza o estágio mais avançado da doença, denominada retinopatia diabética proliferativa. Informação e prevenção O mais eficiente tratamento da retinopatia diabética e das outras comorbidades causadas pelo diabetes à visão é evitar que elas ocorram, por meio do controle estrito da glicemia, da pressão arterial e das nefropatias; do combate à obesidade e ao sedentarismo; e do corte do cigarro. 
   O relatório americano indica que as medidas preventivas mais eficientes para diminuir a incidência de novos casos de diabetes e o impacto negativo da doença na saúde da população reside em medidas de reforço de mudanças de estilo de vida, que segundo o próprio documento, têm um custo efetividade superior ao uso de medicamentos.

                  

25 de jun. de 2013

Grupo de Diabetes, volta as suas atividades

  Atividade interna realizada no dia 11 de Julho de 2013, tendo como base o acompanhamento dos cadastrados com taxas elevadas de glicose, orientando os participantes do grupo sobre a doença, sobre os riscos que a doença pode trazer, sobre Práticas Alimentares Saudáveis, sobre a Importância da Prática Regular de Atividades Físicas, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e a capacidade funcional, visando o bem-estar físico, mental e social dos participantes deste grupo. Foi apresentado pela Técnica de Enfermagem, Beatriz. O encontro do grupo foi desenvolvido na Unidade da Clínica da Família Souza Marques, localizada na Praça do Patriarca, s/n°, bairro de Madureira. Utilizamos para a apresentação: aparelhos de P.A., Balança Digital, o retroprojetor, folders informativos, além da divulgação feita pelos Agentes Comunitários de Saúde e Médicos das equipes para captação e presença dos cadastrados nos encontros.
Segue abaixo fotos da ação:

Clíque aqui para ver mais fotos.

12 de jun. de 2013

Como eu faço... Beatriz Ribeiro

  Hoje o Blog da CLÍNICA DA FAMÍLIA SOUZA MARQUES continua apresentando uma série de relatos mostrando como o profissional trabalha na sua área. E para esse contato, temos a honra de apresentar Beatriz Ribeiro, Técnica de Enfermagem da Equipe Padre Manso da nossa unidade que apresenta como é realizada as reuniões do Grupo de Diabetes
    O Grupo de Diabetes é uma reunião em prol de informar e trocar experiências sobre assuntos voltados para a Diabetes cujo o objetivo principal é estabelecer um vínculo maior com a população diabética do nosso território,fazendo com que nossa relação de confiança seja estabelecida. 
     O público-alvo do grupo são portadores de diabetes tipo I, (também conhecido como diabetes insulino dependente, diabetes infanto - juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. 
    Os portadores de diabetes tipo I necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo I embora ocorra em qualquer idade é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens), a diabetes tipo II (também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. 
    Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na atualidade se vê com maior frequência em jovens , em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e stress da vida urbana Neste tipo de diabetes encontra-se a presença de insulina porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de HIPERGLICEMIA. 
    Por ser pouco sintomática o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro.) e seus familiares, peças fundamentais e importantes para a sensibilização do paciente.
   Os nossos encontros acontecem uma vez ao mês, e em cada reunião são sugerido 02 temas e o grupo escolhido o melhor tema para a próxima reunião. As reuniões são elaboradas pelas equipes e pelos Agentes Comunitários de Saúde e para participar, basta ter o interesse no tema. No momento nossa maior dificuldade é o espaço para a realização do grupo.
      Gostaria muito que a população diabética tivesse seu espaço destacado em nossa unidade pois a diabete é uma doença silenciosa e que não tem cura. 
      Espero que tenham explicado a todos como é realizado o grupo de Diabetes quanto as suas próximas atividades e esperamos vocês numa próxima oportunidade. Até a próxima.

Clíque aqui para ver mais fotos.

10 de mai. de 2013

Complicações do diabetes: os cuidados para se prevenir dos riscos mais comuns

 Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de diabetes, a atenção especial a pequenos detalhes cotidianos deve ser redobrada. Simples hábitos, como escovar os dentes, podem fazer toda a diferença na hora de prevenir complicações perigosas relacionadas à doença. "O diabetes é uma doença que afeta o corpo todo". Mesmo assim, é possível levar uma vida saudável e de qualidade dando atenção a alguns cuidados.

Fique de olho nos pés
    É comum a perda de parte da sensibilidade nos membros inferiores dos diabéticos, devido a uma lesão chamada neuropatia diabética. Esse problema afeta nervos do corpo que - entre outras funções - levam informações sensitivas ao cérebro. Em geral, a primeira parte afetada são os dedos e outras áreas dos pés. Assim, feridas, cortes, rachaduras e calos, pratos cheios para instalação de fungos e bactérias, podem passar despercebidos pela falta da sensação de dor ou incômodo.
    O problema é que o sistema imunológico de um diabético é menos eficaz do que o de uma pessoa sem a doença. Portanto, o menor machucado pode infeccionar e evoluir para um grave caso de gangrena. No caso da necessidade de uma cirurgia de amputação, as complicações ficam cada vez mais perigosas, já que novos focos de infecção surgem a cada incisão.

Cuide da saúde bucal
    Embora pareça muito simples, a recomendação de higiene bucal após cada refeição para diabéticos é fundamental. Isso porque eles estão mais sujeitos à periodontite, doença que ataca gengivas, dentes e suportes dentários. Muitas vezes indolor, ela pode levar a infecções generalizadas.
     Um dos motivos é o fato de o "sangue doce" dos portadores de diabetes, com alta concentração de glicose, ser mais propício ao desenvolvimento de bactérias. Outra razão, como esclarece o endocrinologista Frederico, é que, "por ser uma via de entrada de alimentos, a boca acaba recebendo diversos corpos estranhos que, somados ao acúmulo de restos de comida, favorecem a proliferação de bactérias".
     Realizar uma boa escovação - que inclua o uso de fio dental - e ir ao dentista uma vez a cada seis meses, portanto, é essencial para prevenir desde cáries até complicações maiores.

Tire o sal da mesa
   Quem é diagnosticado com diabetes tem mais chances de sofrer de hipertensão, pressão arterial elevada. Ela nada mais é do que consequência da obesidade - no caso do diabetes tipo 2 - e da alta concentração de glicose no sangue, que prejudica a circulação. Se não tratada, ela pode levar a doenças coronarianas, derrames, doenças vasculares periféricas e insuficiência cardíaca.
    Por esse motivo, recomenda-se que o diabético não acrescente sal à comida. O sódio aumenta a retenção de líquido no corpo, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue, ocasionando o aumento de pressão nas artérias.
    Fique de olho, também, no sódio que já vem presente nos alimentos. Alguns produtos apresentam quantidades muito elevadas, como comidas congeladas prontas, macarrão instantâneo, fast food, embutidos, entre outros.

Corte o cigarro
   Diabéticos que fumam multiplicam em até cinco vezes o risco de ter um infarto. As substâncias presentes no cigarro ajudam a criar acúmulos de gordura nas artérias, bloqueando a circulação. Consequentemente, o fluxo sanguíneo fica mais e mais lento, até o momento em que a artéria entope.
    Além disso, fumar também contribui para o aumento da pressão arterial. Não há discussão sobre o assunto: "Fumar é terminantemente proibido para diabéticos".

Crie uma dieta balanceada
   Em geral, não há alimentos proibidos na dieta de um diabético. O essencial é que ele aprenda a consumir cada coisa com moderação.
    Apenas que açúcar e massas, que contêm muitos carboidratos, devem ser evitados. No caso do diabetes tipo 2, relacionado à obesidade, as quantidades desses alimentos devem ser bem controladas, uma vez que o excesso de peso atrapalha a atuação da insulina, hormônio responsável por regular a taxa de glicose no sangue.
    Os itens mais recomendados na dieta são fibras, minerais e frutas. Ainda assim, tudo em quantidade regulada. Verduras e legumes são muito bem-vindos em quantidade liberada, exceto pela família dos tubérculos, como batata, cenoura e mandioquinha. Para definir essas porções, o ideal é que se procure um nutricionista. "Cada pessoa terá um cardápio diferente, pois seu corpo, pressão, peso e estado geral de saúde são únicos".

Manere no álcool
   O álcool não é proibido para diabéticos, mas, como qualquer outra bebida ou alimento, deve ser consumido de forma equilibrada. Primeiro porque bebidas alcoolicas têm muitas calorias, que, além de contribuir para o aumento de peso, elevam o nível de glicemia.
    A outra razão é por ela aumentar os riscos de o diabético ter exatamente o efeito contrário: hipoglicemia, que é a diminuição do nível de glicose no sangue. Isso acontece devido ao corpo estar tão ocupado, processando o álcool, que não se dedica a produzir ou liberar insulina.
    Se a pessoa for autorizada pelo nutricionista a beber, que opte pelo vinho tinto. Estudos apontam que, por conter flavonóides, a bebida tem ação antioxidante e pode prevenir problemas cardiovasculares.

Exercite-se
   Fazer exercícios é uma forma de prevenção de diversos males causados pela diabetes. Eles estimulam a produção de insulina, queimam a gordura corporal, aumentam a sensibilidade das células à insulina e elevam a capacidade dos músculos de reter a glicose.
   Além disso, eles contribuem para uma melhor autoestima, pois aliviam o estresse, melhoram a memória, diminuem a ansiedade e dão mais confiança ao praticante.


                  

31 de mar. de 2013

Diabéticos têm maior risco de desenvolver arritmias cardíacas

  O risco de arritmia cardíaca é 40% maior em diabéticos que estão em tratamento Pessoas com diabetes têm mais chances de desenvolver arritimia cardíaca (fibrilação atrial), problema no ritmo cardíaco, aumentando os riscos de sofrer um infarto ou derrame, segundo estudo publicado no Journal of General Internal Medicine. Avaliando dados de 1,4 mil pessoas diagnosticadas com fibrilação atrial e 2,2 mil sem a arritmia cardíaca, os pesquisadores do estudo, feito pelo Instituto de Pesquisas em Saúde, dos EUA, descobriram que 18% daqueles com o problema cardíaco estavam tomando medicamentos para diabetes, contra 14% do grupo que não faziam uso de nenhum remédio. Assim, as conclusões foram que o risco de arritmia cardíaca aumenta 40% em diabéticos que estão em tratamento. Além disso, foi observado que, quanto mais grave era o diabetes, maior a duração da doença e pior o controle da glicose, maiores seriam as chances dos pacientes terem a alteração dos batimentos. De acordo com os pesquisadores, esse risco é maior para aqueles que tomam, há mais tempo, medicamentos para tratar o diabetes e para aqueles que têm o controle glicêmico, ou seja, a quantidade de açúcar no sangue, ruim. A obesidade pode ser uma das principais explicações para a relação entre diabetes e a arritmia, visto que o excesso de peso aumenta os riscos de o paciente desenvolver ambas as condições. A cientista destacou, ainda, que os médicos que tratam diabéticos devem estar atentos para o risco da arritmia cardíaca e, se for o caso, administrar tratamentos com drogas para "afinar" o sangue, objetivando reduzir os riscos de derrame.

                  

24 de mar. de 2013

Diabéticos e hipertensos ignoram riscos de doença renal crônica

  Apenas quatro em cada 10 brasileiros com diabetes ou hipertensão passaram pelo exame que avalia a função dos rins. Tais pacientes fazem parte do grupo de risco para o desenvolvimento de doença renal crônica (DRC). A pesquisa encomendada pela Roche com apoio da Fundação Pró-Renal e conduzida pelo Instituto Datafolha mostrou que estes pacientes, mesmo sabendo dos fatores de risco que apresentam, não atentam aos demais complicadores da doença e desconhecem o fato de já conviverem com certo grau de insuficiência renal. 
   O Instituto Datafolha ouviu 2.110 pessoas, a partir dos 16 anos, em 150 municípios brasileiros. A média de idade de amostragem foi de 38 anos e a distribuição por sexo foi de 49% homens e 51% mulheres. Do total de entrevistados, 8% disseram ter diabetes, enquanto 20% afirmaram sofrer de hipertensão. Pacientes que apresentam as duas doenças somaram 5% dos participantes da pesquisa. Os números revelam uma constatação de alerta ao sistema de saúde. A incidência de diabetes e hipertensão vem crescendo, principalmente, pelos hábitos de vida pouco saudáveis. 
   O número de pessoas suscetíveis à doença renal crônica também tende a ser maior. O agravante é que, se os pacientes não costumam checar as condições da função renal, mais tardio será o diagnóstico e mais grave será o estágio da doença. Entre as atividades desempenhadas pelos rins, estão a eliminação de toxinas do sangue, a regulação da pressão sanguínea e o controle do balanço químico e de líquidos do corpo. 

   As conseqüências da Doença Renal Crônica 
   Estatísticas mundiais mostram que mais de 500 milhões de pessoas têm algum grau de Doença Renal Crônica. Estes pacientes sofrem com uma deterioração da função renal que pode durar por anos, até que a terapia para substituição do rim seja necessária. Quando a falência dos órgãos é detectada, as pessoas não conseguem secretar eritropoietina, hormônio produzido pelos rins que estimula a fabricação de glóbulos vermelhos na medula óssea. 
   O resultado é a anemia, diagnosticada pelo exame que mede os níveis de hemoglobina. A anemia não é conseqüência apenas para os pacientes com estágios avançados da Doença Renal Crônica. Ela acomete os pacientes já no início da doença e se torna cada vez mais presente, conforme a perda progressiva das funções renais. 
    Dados apontam que 95% dos pacientes com doença renal crônica que precisam passar por diálise (procedimento que faz a filtração do sangue) apresentam um quadro de anemia crônica. Mesmo em tratamento, esses pacientes têm variações nos níveis de hemoglobina, o que aumenta o risco de hospitalização e de doenças fatais, como a falência do coração. A correção do quadro e estabilização dos níveis de hemoglobina são aspectos fundamentais para a qualidade de vida das pessoas que sofrem de Doença Renal Crônica.

                  

16 de fev. de 2013

Evite problemas com o pé diabético

  Pé diabético é um dos problemas decorrentes do diabetes, e causa aproximadamente 55 mil amputações por ano no Brasil. Por mais que as pessoas o associem a problemas de circulação, não são apenas eles que podem causar úlceras nas extremidades do corpo. O diabetes pode provocar a deterioração dos nervos periféricos, quadro chamado de neuropatia diabética, que faz com que a pessoa perca a sensibilidade nos pés. "Outro problema é que o sistema imunológico de um diabético é menos eficaz do que o de uma pessoa sem a doença. Portanto, o menor machucado pode infeccionar e evoluir para um grave caso de gangrena". 
   As pessoas que têm diabetes e sofrem com neuropatia diabética precisam ter alguns cuidados especiais com os pés, para evitar infecções, úlceras e até amputações. "O primeiro cuidado, que não fica restrito aos pacientes com neuropatia diabética, é manter os níveis de açúcar no sangue sob controle". Confira sete outros cuidados, indicados por endocrinologistas. Muitas pessoas que têm pé diabético não se preocupam em realizar exames nos pés anualmente. Esse é o principal erro de quem quer evitar o problema. 
   "Assim como exames em olhos, rins e coração, os pacientes com diabetes precisam realizar exames para os pés pelo menos a cada seis meses". 
 Os exames não precisam ser complicados e o próprio endocrinologista ou clínico pode fazê-los para detectar qualquer ferida que possa se transformar em uma úlcera. Fazer movimentos circulares com os pés a cada 15 minutos ajuda a manter uma boa circulação sanguínea nos membros inferiores, melhorando a oxigenação dessa área do corpo. Mesmo que isso não previna a neuropatia diabética, diminui as chances de isquemia e trombose, dois problemas que são comumente associados ao pé diabético. 
   A temperatura da água durante o banho, principalmente em banheiras, não deve passar dos 35°C, já que temperaturas mais altas podem causar leves queimaduras que, no caso de pessoas com diabetes, podem favorecer o aparecimento de úlceras nos pés. Não é preciso andar com um termômetro, mas é preciso medir a temperatura com outra parte do corpo, como o cotovelo ou as mãos. 
    A água muito fria também não é indicada, já que diminui ainda mais a circulação, podendo causar desconforto nas extremidades do corpo de quem tem diabetes. Outro passo importante para evitar problemas envolvendo machucados nos pés é escolher calçados adequados. "Usar calçados que deixem o pé sem respirar nunca é bom, mas é ainda mais perigoso para as pessoas com diabetes". 
    Sapatos que causem um desbalanceamento nos pés também não são indicados, já que a concentração de muito peso em poucos lugares dos pés de forma constante pode causar úlceras de pressão. Andar sempre de sandálias e chinelos, mesmo que causa arejamento nos pés, não é indicado, já que esse tipo de calçado não protege os dedos de impactos e machucados. Em geral, a primeira parte afetada são os dedos. "Por isso, calçados que protegem essa área são mais indicados e é fundamental observar constantemente se os dedos estão com machucados". Pacientes com diabetes devem evitar ao máximo andar totalmente descalços, mesmo quando estão em casa. "Ter sempre um calçado por perto, principalmente ao lado da cama e na porta do banheiro, protege os pés de arranhões, topadas e outras lesões que poderiam levar à formação de uma úlcera". 
   O famoso escalda pés não é indicado para pessoas que tem pé diabético. "Esse hábito deixa a pele bastante frágil e quebradiça, facilitando as infecções causadas por fungos, como frieiras e micoses, que podem virar lesões mais sérias". Não secar bem os pés, principalmente entre os dedos, também é um mau hábito que aumenta as chances da proliferação de fungos. "Mesmo que as úlceras possam se manifestar também na sola e nas laterais dos pés, os dedos são a parte que mais corre risco e, por isso, os cuidados ao cortar as unhas é fundamental". 
   O principal cuidado é não cortar os cantos das unhas de maneira arredondada. Esse hábito muito comum aumenta as chances de que a unha encrave, problema que pode progredir para uma úlcera. Também é importante lixar as unhas com cuidado, para que elas não arranhem os dedos quando começarem a crescer. 
   Além disso, em muitos casos, é aconselhado que o paciente não corte as próprias unhas, deixando essa tarefa para um enfermeiro ou podólogo especializado em pés diabéticos. "Quem deve dar esse tipo de conselho é o médico da pessoa”.

                  

9 de fev. de 2013

Especialistas derrubam as 14 maiores mentiras sobre saúde e alimentação

  Comer muito doce causa diabetes? Ingerir carboidratos à noite engorda? A osteoporose só atinge mulheres? São muitas as dúvidas que envolvem saúde e alimentação e diversas também as respostas para essas questões. 
   Enumerou as 14 maiores falácias que chegam aos consultórios e esclarece todos eles para ajudar você a levar uma vida saudável. 
   1. Tomar água em jejum emagrece Mentira. Beber água em jejum é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as pessoas, mas não ajuda a emagrecer. "Ela apenas hidrata e limpa todas as mucosas do aparelho digestivo para poder iniciar a primeira refeição do dia". 
    2. Assistir televisão de perto prejudica a visão Mentira. Ficar próximo à televisão não prejudica a saúde ocular. "Isso provavelmente surgiu porque a maior parte dos adultos teve perda da visão ao longo da vida, mas isso é um processo natural de envelhecimento". O hábito é comum entre crianças principalmente porque assim elas veem as imagens ampliadas. 
    3. O estômago encolhe quando comemos menos Mentira. "Por se tratar de um órgão muscular, não há como o estômago reduzir seu tamanho apenas porque estamos ingerindo uma quantidade menor de alimentos". O contrário, entretanto, pode ocorrer. Quando exageramos na dose, nosso estômago consegue se distender para poder armazenar toda a comida. 
   4. Comer muito doce causa diabetes Mentira. A ingestão de doces não causa diabetes. A doença tem como principais fatores de risco histórico familiar, obesidade e sedentarismo. "Assim, quem tem uma capacidade normal de processar carboidratos no organismo não corre o risco de desenvolver o problema". Entretanto, se a ingestão de doces levar à obesidade, então você aumenta a probabilidade de ter a doença. 
   5. Comer carboidratos após às 18 horas engorda Mentira. O que engorda não é o carboidrato e nem o horário em que é o consumido. O problema está no consumo em excesso e na alimentação desiquilibrada, portanto o segredo é a moderação. "O único cuidado que deve ser tomado por quem consome carboidratos à noite é evitar comer o tipo refinado, que promove picos de índice glicêmico e oferecem um risco maior de serem armazenados na forma de gordura". Prefira as versões de carboidratos (pães, massas, arroz) integrais. 
   6. Usar boné faz o cabelo cair Mentira. As pessoas confundem quebra do fio com queda do cabelo. "O uso do boné diariamente favorece a quebra dos fios justamente na região que costuma ficar marcada pela borda do acessório". Assim, quem tem o cabelo mais comprido pode apresentar diminuição do volume, mas isso não significa que os fios estejam rareando em função da calvície, que é quando os fios deixam de nascer naquela região. 
   7. Alimentos integrais não engordam Mentira. Todos os alimentos, inclusive os integrais, possuem calorias e, portanto, podem levar ao ganho de peso. O fato de um alimento ser mais saudável não quer dizer que ele pode ser consumido sem moderação. "Exagerar na ingestão de alimentos integrais também pode aumentar a gordura corporal". 
   8. Cerveja preta aumenta a produção de leite materno Mentira. A cerveja preta não estimula a produção de leite materno e ainda pode ser prejudicial para o bebê. "O álcool passa para a criança através do leite e nenhum estudo ainda conseguiu estipular uma dose segura de ingestão da bebida para gestantes". 
   9. Tomar leite e comer manga faz mal Mentira. O mito de que consumir leite e manga faz mal provavelmente surgiu para impedir a ingestão desses alimentos pelos escravos na época do Brasil Império. Não há qualquer relação de dano para o organismo em misturar a fruta com o laticínio. 
   10. Ler à noite ou com pouca luz piora a visão Mentira. Ler em um ambiente com pouca luz não faz mal para os olhos. "Você pode ter dificuldade de enxergar, mas isso não quer dizer que está prejudicando a visão - mesmo que você aperte os olhos para enxergar melhor". A tarefa pode ficar mais difícil com a idade, mas isso está relacionado ao envelhecimento natural do ser humano e não ao hábito de ler de noite ou com pouca luminosidade. 
   11. Quem tem colesterol alto não pode consumir ovo Mentira. É fato que o ovo apresenta grande quantidade de colesterol em sua gema. "O que as pessoas não sabem é que apesar de aumentar o colesterol LDL (ruim), ele também aumenta os níveis de colesterol HDL (bom)". Pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro ovos por semana e, de preferência, cozidos. O ideal é evitar a versão frita, pois carrega uma gordura nociva ao organismo e que ajuda a elevar as taxas de colesterol. 
 12. Osteoporose só atinge mulheres Mentira. "A osteoporose é quatro vezes mais comum em mulheres do que em homens, mas isso não significa que ela seja uma doença exclusivamente feminina". Isso acontece devido à diminuição do hormônio estrogênio no corpo da mulher após a menopausa, que influencia diversos processos do organismo, inclusive a absorção de cálcio. No entanto, a doença também afeta a ala masculina. 
    13. Abacaxi queima gordura Mentira. Por ajudar no processo de digestão, muita gente associou o abacaxi à queima de gordura, mas isso não passa de mito. "Ele é fonte de vitaminas e, por isso, é muito bem-vindo na dieta, mas não tem qualquer relação com a queima de gordura corporal". 
   14. Andar descalço causa dor de garganta Mentira. O contato dos pés com o chão, mesmo gelado, não afeta em nada as vias aéreas superiores. Os únicos perigos são ferimentos ou contato com alguma sujeira, o que pode favorecer um processo inflamatório.

                  

8 de nov. de 2012

Complicações do diabetes: os cuidados para se prevenir dos riscos mais comuns


Saúde do diabético pode depender de práticas simples, como reduzir o sal
 Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de diabetes, a atenção especial a pequenos detalhes cotidianos deve ser redobrada. Simples hábitos, como escovar os dentes, podem fazer toda a diferença na hora de prevenir complicações perigosas relacionadas à doença. "O diabetes é uma doença que afeta o corpo todo". Mesmo assim, é possível levar uma vida saudável e de qualidade dando atenção a alguns cuidados. 
Fique de olho nos pés
É comum a perda de parte da sensibilidade nos membros inferiores dos diabéticos, devido a uma lesão chamada neuropatia diabética. Esse problema afeta nervos do corpo que - entre outras funções - levam informações sensitivas ao cérebro. Em geral, a primeira parte afetada são os dedos e outras áreas dos pés. Assim, feridas, cortes, rachaduras e 
calos, pratos cheios para instalação de fungos e bactérias, podem passar despercebidos pela falta da sensação de dor ou incômodo.

O problema é que o sistema imunológico de um diabético é menos eficaz do que o de uma pessoa sem a doença. Portanto, o menor machucado pode infeccionar e evoluir para um grave caso de gangrena. No caso da necessidade de uma cirurgia de amputação, as complicações ficam cada vez mais perigosas, já que novos focos de infecção surgem a cada incisão.
Cuide da saúde bucal
Embora pareça muito simples, a recomendação de higiene bucal após cada refeição para diabéticos é fundamental. Isso porque eles estão mais sujeitos à periodontite, doença que ataca gengivas, dentes e suportes dentários. Muitas vezes indolor, ela pode levar a infecções generalizadas.

Um dos motivos é o fato de o "sangue doce" dos portadores de diabetes, com alta concentração de glicose, ser mais propício ao desenvolvimento de bactérias. Outra razão, como esclarece o endocrinologista Frederico, é que, "por ser uma via de entrada de alimentos, a boca acaba recebendo diversos corpos estranhos que, somados ao acúmulo de restos de comida, favorecem a proliferação de bactérias".

Realizar uma boa escovação - que inclua o uso de fio dental - e ir ao dentista uma vez a cada seis meses, portanto, é essencial para prevenir desde cáries até complicações maiores. 
Tire o sal da mesa
Quem é diagnosticado com diabetes tem mais chances de sofrer de
hipertensão, pressão arterial elevada. Ela nada mais é do que consequência da obesidade - no caso do diabetes tipo 2 - e da alta concentração de glicose no sangue, que prejudica a circulação. Se não tratada, ela pode levar a doenças coronarianas, derrames, doenças vasculares periféricas e insuficiência cardíaca.

Por esse motivo, recomenda-se que o diabético não acrescente sal à comida. O sódio aumenta a retenção de líquido no corpo, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue, ocasionando o aumento de pressão nas artérias.

Fique de olho, também, no sódio que já vem presente nos alimentos. Alguns produtos apresentam quantidades muito elevadas, como comidas congeladas prontas, macarrão instantâneo, Fast food, embutidos, entre outros.

Corte o cigarro
Diabéticos que fumam multiplicam em até cinco vezes o risco de ter um 
infarto. As substâncias presentes no cigarro ajudam a criar acúmulos de gordura nas artérias, bloqueando a circulação. Consequentemente, o fluxo sanguíneo fica mais e mais lento, até o momento em que a artéria entope.

Além disso, fumar também contribui para o aumento da pressão arterial. Não há discussão sobre o assunto: "Fumar é terminantemente proibido para diabéticos".

Crie uma dieta balanceada
Em geral, não há alimentos proibidos na dieta de um diabético. O essencial é que ele aprenda a consumir cada coisa com moderação.

Apenas que açúcar e massas, que contêm muitos carboidratos, devem ser evitados. No caso do diabetes tipo 2, relacionado à obesidade, as quantidades desses alimentos devem ser bem controladas, uma vez que o excesso de peso atrapalha a atuação da insulina, hormônio responsável por regular a taxa de glicose no sangue.

Os itens mais recomendados na dieta são fibras, minerais e frutas. Ainda assim, tudo em quantidade regulada. Verduras e legumes são muito bem-vindos em quantidade liberada, exceto pela família dos tubérculos, como batata, cenoura e mandioquinha. Para definir essas porções, o ideal é que se procure um nutricionista. "Cada pessoa terá um cardápio diferente, pois seu corpo, pressão, peso e estado geral de saúde são únicos".

Manere no álcool
O álcool não é proibido para diabéticos, mas, como qualquer outra bebida ou alimento, deve ser consumido de forma equilibrada. Primeiro porque bebidas alcoólicas têm muitas calorias, que, além de contribuir para o aumento de peso, elevam o nível de glicemia.

A outra razão é por ela aumentar os riscos de o diabético ter exatamente o efeito contrário: hipoglicemia, que é a diminuição do nível de glicose no sangue. Isso acontece devido ao corpo estar tão ocupado, processando o álcool, que não se dedica a produzir ou liberar insulina.

Se a pessoa for autorizada pelo nutricionista a beber, que opte pelo vinho tinto. Estudos apontam que, por conter flavonoides, a bebida tem ação antioxidante e pode prevenir problemas cardiovasculares.

Exercite-se
Fazer exercícios é uma forma de prevenção de diversos males causados pela diabetes. Eles estimulam a produção de insulina, queimam a gordura corporal, aumentam a sensibilidade das células à insulina e elevam a capacidade dos músculos de reter a glicose.

Além disso, eles contribuem para uma melhor autoestima, pois aliviam o estresse, melhoram a memória, diminuem a ansiedade e dão mais confiança ao praticante.


Infográfico

6 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
2,450,000 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
14133 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

Contato

Fale Conosco

Entre em contato com nossa unidade, fale com nossos profissionais e tire suas dúvidas quanto aos nossos programas

Endereço

Praça do Patriarca, s/n - Madureira

Funcionamento

Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 20h

Telefones

(21) 3350-5563

Tecnologia do Blogger.